Então o coitado foi
embora, de malas prontas, pra não voltar. A menina chorou, chorou. Por três
anos ela esperou que ele voltasse. Mas ele não voltou, somente cartas
espalhadas de todos os lugares bonito que fora visitar, estudar, conhecer
chegaram em suas mãos. Ela queria mais, ela queria bem mais. É que (...) quando
a gente espera, o sonho não se realiza, o desejo não se forma. E hoje ele está
perdido dentro de si mesmo, tentando se encontrar para, assim, poder de volta
chegar até ali. Em seu coração.
- Ela, nesse momento, encontra-se na cadeira que balanga na varanda, a espera do carteiro maluco.
Texto: Rih Lopes

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