quinta-feira, 18 de março de 2010

Enquanto invento um silencio sem fim, deixo você ir, de mansinho.. sem mágoas, sem restos..
resta-se uma janela e um telhado de casas velhas..
retratos de enganos qe se fez por aqui; é melhor você ir, é melhor ainda eu partir.
Moram-se lado a lado mas parece qe mora em outro país.
Eu tinha olhos doidos por ti.
Eu tenho olhos doidos, doidos por ti.
O tempo se foi, há tempos que eu desisti do plano daquele assalto..
O resto da paixão eu reguei, dia após dia, pra caso precisar usá-lo, ele estar vivo pra mim, pra ti.
O coração não bate forte forte, mas venera por ti, a reação quimica já não reage mais, e eu aqui, venerando por ti.
Sabe-se lá quando vai acabar, desacostumo, desapego, desacredito. Mas quando será, que a vida nova começará?

Texto: Rih Lopes

Estarei aqui, e acolá, esperando você voltar. Rih Lopes

Nenhum comentário:

Postar um comentário